Os 5 erros da equipe da Pastoral do Dízimo diocesana - Dominus Comunicação

Os 5 erros da equipe da Pastoral do Dízimo diocesana

Que a missão da Pastoral do Dízimo diocesana não é contar dinheiro, mas a evangelização, quem acompanha o blog da Dominus e nossos conteúdos já foram convencidos – assim, esperamos!

No entanto, quando se trata de estruturação da Pastoral do Dízimo é preciso reforçar aspectos que tornam a profissionalização um dos principais pilares de uma evangelização que gere resultados favoráveis para essa pastoral. 

Quando se fala em organograma da Pastoral do Dízimo, temos a Pastoral que acompanha comunidades e paróquias, a Pastoral do Dízimo diocesana. Sobre sua atuação já falamos no blogpost A equipe diocesana da Pastoral do dízimo e sua atuação

No entanto, vale reforçar que sua missão está vinculada à articulação da formação, acompanhamento e pastoreio das demais equipes do Dízimo pertencentes àquele território diocesano. 

A missão da Pastoral diocesana do Dízimo não é somente estimular a arrecadação. Além disso, é auxiliar párocos e coordenadores de Pastoral a avançar na evangelização, sendo suporte para que os demais evangelizadores se sintam motivados, acolhidos e estimulados na missão. 

Por isso, selecionamos 5 erros que podem travar o processo evangelizador da Pastoral do Dízimo diocesana. Confira! 

1 – Só ter voluntários trabalhando na pastoral do dízimo diocesana

Como dissemos no blogpost já citado acima, é perfeitamente possível para equipe diocesana destinar uma porcentagem da arrecadação mensal para profissionalização do time. Ou seja, a contratação de profissionais que possam estabelecer uma rotina periódica de trabalho, com conhecimento técnico nas atribuições e compromisso com a Diocese.

Ter voluntários não é um problema, o problema é só ter voluntários. Afinal, nem sempre esses irmãos e irmãs generosos possuem conhecimento suficiente para missão, ou mesmo disponibilidade de horário para um serviço mais efetivo. 

No Livro Como organizar a Pastoral do Dízimo, do nosso CEO e Fundador da Dominus, Jean Ricardo, o autor deixa claro algumas das características dos agentes de pastoral como: Ser dizimistas, ter conhecimento bíblico e doutrinário do Dízimo, conhecer bem as atividades evangelizadores, entre outros.

Portanto, o ideal é que esses profissionais sejam selecionados entre os agentes de Pastoral mais presentes e atuantes, a fim de que o trabalho seja ainda mais eficiente e apaixonado.

2 – Não ter acompanhamento personalizado das paróquias

Um dos papéis mais importantes da Equipe Diocesana do Dízimo é o acompanhamento personalizado, próximo das paróquias. Afinal, a divisão geográfica das dioceses e paróquias são feitas a partir da premissa de um pastoreio sempre mais próximo das ovelhas da Igreja. 

Desse modo, o território diocesano precisa dar suporte e apoio às paróquias de sua região a fim de que ninguém se perca por falta de conhecimento. Se fazer próximo com visitas periódicas, escuta dos coordenadores de Pastoral, auxílio na formação – que falaremos melhor mais a frente – auxílio para o sacerdote e,inclusive, apoio com recursos financeiros para as comunidades rurais e mais necessitadas. 

A Pastoral do Dízimo diocesana só saberá as dores e dificuldades das paróquias que lhe pertence se houver proximidade e escuta constante. 

3 – Não elaborar campanha diocesana do dízimo

O discurso unificado de uma Pastoral do Dízimo diocesana pode gerar frutos nas comunidades e paróquias, em especial, por tornar o rosto do Dízimo em todo território diocesano o mesmo. 

Elaborar uma campanha de marketing exige conhecimento técnico e profissionais da área, daí a importância do que já falamos acima. Sendo assim, partindo da premissa de que a Equipe diocesana possui profissionais especializados, cabe a ela desenvolver uma campanha que promova unidade, comunhão eclesial e pastoral de conjunto em toda diocese. 

Entenda como implantar a Pastoral de Conjunto na prática.  

4 – A Pastoral arrecadar recursos e não destinar investimentos

A Pastoral do Dízimo tem como responsabilidade trabalhar diretamente na arrecadação de recursos financeiros para as comunidades e o trabalho pastoral. 

Sendo assim, é absolutamente possível destinar ao menos 10% dos recursos para investimento dentro da própria Pastoral. Investimentos em ferramentas digitais que facilitem o processo comunicacional e evangelizador, como o RD Station ou ainda investir na formação das equipes de administração. 

Sem investimento sério em profissionais de qualidade e experiência evangelizadora, dificilmente a Pastoral poderá crescer. Além disso, se atualizar em técnicas e métodos de evangelização atualizados e criativos. 

5 – Não possuir um roteiro formativo diocesano

A Equipe Diocesana de Pastoral do Dízimo será a referência em formação e ação pastoral para as equipes paroquiais. Portanto, é um grande erro não possuir um roteiro de formação que ofereça manuais, vídeo-aulas e cursos. Sendo assim, unifiquem a linguagem e as metas de desenvolvimento evangelizadoras da diocese.

Criar um cronograma, desenvolver as palestras e entregar subsídios de aprofundamento são alguns dos trabalhos que viabilizariam o processo de formação de modo escalonado com paróquias e comunidades.

Uma das ferramentas que podem auxiliar esse processo é o Youtube. Inclusive, nas nossas aulas do Programa de Aceleração No Oceano, ensinamos você a utilizar essa plataforma para potencializar o processo formativo na comunidade. 

Conhecendo sua missão evangelizadora, a Pastoral do Dízimo diocesana deve se aproximar das paróquias e, como serva, acompanhar e ser suporte nos desafios. 

A Dominus possui um vasto campo de formação e monitorias para auxiliar em qualquer dificuldade. Conheça nossos conteúdos gratuitos no blog e nossos cursos na Dominus University. 

 

 

 

 

 

 

Jornalista de formação, possui intensa e longa experiência missionária. Atualmente compõe a equipe de Redação na Dominus Evangelização e Marketing. Casado com a Anne, pai do Davi, do Gabriel e da Gianna. Seu coração está na evangelização!

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