Entenda porque é tão difícil ter continuidade nas ações evangelizadoras

Entenda porque é tão difícil ter continuidade nas ações evangelizadoras

Entenda porque é tão difícil ter continuidade nas ações evangelizadoras

O que poderia ser algo lógico, pode se tornar, muitas vezes, uma espécie de gargalo para diversas comunidades e paróquias: dar continuidade às ações evangelizadores. A pilha de projetos e planos nunca alcançados pode se amontoar na mesa da secretaria paroquial, e o sentimento de fracasso tomar conta do conselho de pastoral e suas lideranças. 

Se essa é a realidade dos seus irmãos, esse texto é para você! Ou até mesmo se você percebe que o último planejamento não foi alcançado com sucesso e é necessário uma avaliação mais consistente, fica aqui registrado que sua situação não é muito diferente de uma boa parte de paróquias. 

Executar o planejado: os desafios

A trajetória de elaboração de um Planejamento de Evangelização não é fácil. Aqui no nosso blog você pode encontrar diversos textos falando sobre o processo de organização para preparação do plano e depois a criação do projeto. Porém, esse é só o começo de um longo caminho.

A execução é o momento da grande celebração da missão da comunidade. Quando o planejamento começa a se transformar em ações de evangelização, os irmãos precisam buscar manter a chama da unidade acesa. Uma das principais dificuldades é a capacidade de união da comunidade em vista do projeto. Alguns que não concordaram com certas decisões ou que não participaram da construção do plano podem questionar ou até querer invalidar as resoluções. Nesse momento, além de rezar pela comunhão eclesial, é preciso partilhar com os irmãos a importância do planejamento pastoral e, que uma vez definido, deve ser abraçado por todos. 

Essas realidade costumam apresentar-se de duas formas: ou, antes mesmo de começar a execução, se tenta mudar o projeto ou dá início e não se conclui. 

Outra dificuldade enfrentada diversas vezes é a transferência do pároco ou a mudança das lideranças. Algo que precisa ficar claro é que o plano pastoral não pertence ao pároco ou ao líder X, mas à comunidade. Portanto, deve ser construído pelos seus representantes e abraçado, pelo tempo que for designado, pelos membros da Paróquia. Assim, não importa que haja uma transferência – realidade muito comum na Igreja – ou uma mudança estrutural, quem chegar vai ter conhecimento do projeto, e deve se adaptar a ele.

Muitos planejam, poucos executam e quase ninguém avalia

Essa é uma expressão construída ao longo do tempo a partir da expertise Dominus em comunicação e marketing católico. Percebemos que se empreende um grande esforço para os planejamentos, porém não se executa com o mesmo ardor, nem muito menos se avalia. 

Algo que deveria ser definido em cada planejamento é a formação de  uma equipe de monitoramento, além dos instrumentos avaliativos. São duas realidades que costumam ser esquecidas, mas que são de extrema importância para a continuidade das ações evangelizadoras. 

É preciso marcar a periodicidade em que cada ação será avaliada, e como fazer isso. Podem ser usados questionários, pesquisas de satisfação, análise de dados e métricas das redes sociais, entre outros. Isso permite perceber se o caminho escolhido pela comunidade está, de fato, sendo trilhado, ou se existe um processo de entrave no andamento. Sendo assim, é possível – analisando os fatos – definir uma mudança de rota nas estratégias ou a persistência, em vista do crescimento.

Lembre-se: pela evangelização deve-se empreender todos os esforços e estratégias para que o nome de Jesus seja mais conhecido e amado. 

Descubra o que você precisa fazer para começar bem um Plano Pastoral. Baixe agora mesmos Infográfico: Como fazer um planejamento para planejar

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