Case: Por uma temporada de fé

 

O verão 2011/2012 da Paróquia Santo Antônio ganhou uma campanha especial, foi a Temporada de fé. A iniciativa pioneira desejou promover durante o período de férias, sol e mar a fé católica entre os turistas. Foi elaborado um material de divulgação próprio para o período. Alguns impressos como flyer, banner, revistas e até camisetas. Também foram utilizadas as redes sociais, especialmente o facebook onde foi idealizado uma fã page e um vídeo institucional, a fim de atrair os visitantes para a Igreja no verão. A intenção é que para as próximas temporadas a Paróquia consiga criar sua Pastoral do Turismo e realizar um forte trabalho de evangelização.

Confira o vídeo da campanha:

A renovação pastoral continua

Foi dada a largada! No dia 08, deste mês de fevereiro, teve início uma nova etapa no Planejamento Estratégico Pastoral da Paróquia São Luis Gonzaga, em Brusque. Em pleno andamento do segundo ano do projeto, a Paróquia recebe um novo Pároco. Neste dia, a equipe de Planejamento da Dominus Comunicação teve a primeira reunião com Pe. Jair Costa, SCJ, que chegou à Paróquia com desejo de dar continuidade e ampliar o trabalho já iniciado na Renovação Pastoral de uma das maiores Paróquias da Arquidiocese de Florianópolis.

Muitos desafios já foram vencidos. As Comunidades já colhem os frutos da formação realizada pela escola de líderes, que formou centenas de lideranças, também o mês missionário, que renovou e impulsionou a força evangelizadora na Paróquia, e principalmente, a integração paroquial e pastoral, grande desafio que graças ao projeto que dividiu a Paróquia em regiões pastorais gerou mais unidade, criando uma verdadeira “rede de comunidades” permitindo e facilitando o pastoreio do pároco.

2012 segue com grande expectativa, na ampliação dos projetos já existentes e aplicação dos novos projetos propostos no Plano Estratégico, pois a renovação pastoral continua…

 

Rodrigo Vieira

É missionário da Comunidade Católica Shalom e diretor de atendimento da Dominus Comunicação

JMJ e a força de uma marca

 

Nos últimos dias, milhões de jovens do mundo inteiro viveram a expectativa de conhecer o símbolo da próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ) Rio2013. A contagem regressiva chegou ao fim no último dia 7. Jornais de abrangência nacional e páginas na internet por todo o mundo noticiaram o fato. Milhares de pessoas conectadas fizeram as redes sociais “bombarem” à espera do que será o símbolo mais visto, “compartilhado, curtido e comentado” por milhões de jovens em todo o mundo.

Toda essa expectativa criada em torno do lançamento do logo remete a nossa atenção para a importância que um logotipo tem a um evento como este. Um boa identidade visual faz toda a diferença. Todos nós sabemos a força que uma imagem possui em nossas vidas. Estamos durante todo o dia, desde que acordamos, até à noite, rodeados de logos por todos os lados.  Ele valoriza o evento (empresa, instituição, seja o que for), e pode, dependendo de sua qualidade, ser um fator positivo ou negativo na propaganda do produto. A marca tem uma força impressionante. Afinal quando falamos em refrigerantes qual a primeira imagem que vem a nossa mente?

Uma marca, não representa apenas a empresa ou evento, a marca é um grande aglomerado de ideias, sentimentos, e ela é responsável por gerar estímulos em quem a vê. Podemos considerar, sem dúvida, a marca como o maior patrimônio que podemos ter, levando em conta claro, que marca vai além da imagem, pois abrange tudo o que diz respeito ao que o logo está representando.

O lançamento do logo da JMJ é um marco, na divulgação do evento. A partir de agora, a JMJ tem um rosto, que indica aquilo que toda a juventude Católica espera: reunir-se aos pés da Cruz do Cristo Redentor, com o coração cheio de expectativa e amor, na Cidade Maravilhosa do Rio de Janeiro.

 

Rodrigo Vieira

Rodrigo Vieira

É missionário da Comunidade Católica Shalom e diretor de atendimento da Dominus Comunicação

Rede social é Igreja?

Os tempos mudaram e não podemos falar em comunicação sem ao menos mencionar as redes sociais. Por todo o mundo, elas são milhares (isso mesmo: milhares!) e reúnem as diversas tribos de um planeta cada vez mais conectado, globalizado e, curiosamente, individualista.  Nunca o ser social teve tamanho espaço para se firmar em sua identidade e expressar ideologias, crenças ou, simplesmente, contar a todos os seus “amigos ou contatos”  sobre o que comeu no almoço ou a piadinha legal que ouviu, e essas informações abrangem pessoas de qualquer parte do globo.

Uma massa adere todos os dias às redes sociais. Quem aqui não está no Facebook, Orkut, Twitter ou MSN que dê a primeira “cutucada¹”. Inserida nessa massa, estão milhares de católicos que espalham desde frases bíblicas e vídeos com mensagens a convites para eventos. É uma corrente de informação que vai sendo transmitida em um gigantesco trabalho “formiguinha”. Uma mensagem dita pelo Papa Bento XVI, em meia hora, já foi lida e compartilhada por milhões em todo o mundo. É a cultura digital promovendo o conhecimento e a fé católica ao redor do mundo.
Sim, existem riscos. Muitos católicos não saem da superficialidade e ficam presos a um ciclo de mensagens bonitinhas e frases de efeito (normalmente tiradas de seu contexto), que na maioria das vezes estão ligadas a santos. Não utilizam as redes para aprofundar a sua fé ou para dar um testemunho da Verdade. Além de muitos outros perigos que vamos discutir ao longo do ano neste blog.

Mas também existem bênçãos. Quando somos católicos e encontramos pessoas que expressam a mesma fé que nós, queremos nos relacionar imediatamente. O homem é um ser social, e por isso tem a necessidade de viver em sociedade. Nós, católicos, temos isso ainda mais forte. Somos comunidade, um só corpo com o Cristo, Jesus. Em meio a tantas informações jogadas nas redes, nós compartilhamos e damos “RT” nas mensagens do nosso Senhor. Enquanto muitos procuram definir ou exaltar a sua própria identidade, nós buscamos nos transfigurar no Amado da nossa vida. Ali, não há dúvida, somos Igreja.

Isso não quer dizer que tudo sejam flores. Não para de crescer o número de pessoas que agridem o direito que temos de publicar aquilo que quisermos, inclusive nossa fé católica. “Facebook não é Igreja”, eles dizem. Mas que a mesma coragem e parrésia que nos impulsiona a sermos discípulos missionários em nossas casas e realidades, possam estar conosco no ambiente virtual. Pois lá, a messe também é grande. O Senhor te chamou para ser um operário lá também.

Fabíola Goulart
Jornalista da Dominus Comunicação

¹ Recurso do Facebook que faz com que os usuários possam chamar a atenção dos seus amigos da rede. Na versão em inglês, é utilizada a tradução “poke”.

O meu carrasco: a pauta

O meu carrasco: a pautaA Jornalista católica Ketlin da Rosa, conta neste artigo um pouco de suas experiências e aprendizagem sobre a elaboração de pautas para veículos católicos.

 

Sim a pauta sempre foi um desafio a parte em minha vida acadêmica. Desde que optei pelo jornalismo penso no que realmente pode ou deve ser noticiado. Se em minha carreira profissional ela era um desafio a ser vencido, tornou-se especialmente difícil quando optei por me tornar uma repórter do mundo católico.

No jornalismo temos o trabalho de coleta de conteúdo, pesquisa, entrevista, edição, enfim uma infinidade de atividades. Mas parece ser a pauta a mais desafiadora delas.

Meus colegas jornalistas podem até achar um exagero falar assim da pauta, que para mim é um mundo a parte a ser sentido, no olhar, no falar, no ouvir, no cheirar e até no tocar. Afinal uma boa pauta rende com certeza uma boa matéria.

E uma pauta mal pensada, escolhida sem o mínimo de reflexão? Isso pode gerar pesadelo, pois daí o assunto não desenvolve e assim a matéria não sai ou sai cheia de “gorduras”, como diria algumas de minhas professoras da faculdade.

Com este desafio de pautar para a Igreja sem me tornar extremamente “carola” ou repetitiva, assumi a responsabilidade de treinar o meu olhar. Fugir da agenda paroquial, das frases oficiais e me basear nas experiências de vida.

Peraí, isso serve para todas as pautas diriam muitos. Sim, serve. Mas a grande diferença para mim, uma jovem católica apostólica romana é que todas as palavras testemunhadas são frutos de um Deus que se manifesta na humildade de um estábulo, nascido na pureza de um frágil Menino.

Assim, como a Santa Missa é renovada a cada celebração, eu tento a cada pauta renovar o meu olhar, na presença de um Deus que tudo pode, mas que desejou contar comigo para fazer acontecer à Nova Evangelização no mundo da comunicação.

Se Ele te escolheu para ser o comunicador em sua paróquia, faça valer a confiança depositada e olhe além, fuja do obvio, do aparentemente bem feito. Visite quem nunca te procurou e descubra os tesouros escondidos em sua comunidade, tenho certeza que você vai se surpreender.

Um grande abraço.

Ketlin da Rosa

Quem é a autora?

Ketlin, tem 27 anos, é casada mãe da pequena Isabele, atua na Dominus como Gestora do Departamento de Redação

 

Comunicar o Verbo com profissionalismo

Comunicação é cultura. Compreender isso exige rever conceitos sobre o uso dos veículos de comunicação utilizados para o anúncio de qualquer mensagem: não se pode percebê-los como meros instrumentos, sustentando uma visão instrumental da comunicação. Quando compreendemos que comunicação é cultura, que é uma forma de pensar para tornar comum nossa mensagem, fortalecemos nossa relação uns com os outros e nossa forma de comunicar ganha qualidades importantes.

É com esta compreensão que a Agência Dominus – Comunicação Integrada oferece a seus clientes um mix de produtos e estratégias em comunicação, com foco em ações evangelizadoras. Desde 2008 fortalecemos a comunicação católica por meio do atendimento a paróquias, santuários, catedrais, novas comunidades e ordens religiosas em diferentes cidades brasileiras.

Com sede em Florianópolis (SC), atuamos no segmento de publicações institucionais, como jornais, revistas e sites. Nosso trabalho é desenvolvido por profissionais que amam a Igreja Católica e que, além do conhecimento técnico e teórico de suas atividades em comunicação, testemunham os valores cristãos por meio de diversas expressões de vida católica.